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Vozes literárias: o protagonismo do aluno nas aulas de leitura
(2026) Feitoza,TatianaHomem; Amparo, Flávia Vieira da Silva do
Este produto educacional, intitulado Vozes literárias: o protagonismo do aluno nas aulas de leitura, apresenta propostas pedagógicas voltadas à formação do leitor literário no 4º ano do Ensino Fundamental, com foco na ampliação das experiências de leitura e na participação ativa dos estudantes. Vinculado à dissertação Despertando o prazer pela leitura: Estratégias de ensino para o letramento literário no 4º ano do ensino fundamental, desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Práticas da Educação Básica do Colégio Pedro II, o caderno foi organizado como um percurso pedagógico composto por cinco eixos articulados: Troca-troca literário, Árvore Literária, Viralizideias literárias, Pegue e monte a sua história e Jogral literário. As propostas valorizam a mediação intencional e sensível do professor, o contato diversificado com obras literárias, a socialização das experiências de leitura, a produção autoral, a oralidade e a exploração de linguagens digitais e expressivas. O percurso parte da atuação do professor como contador de histórias e amplia gradualmente o envolvimento dos estudantes, favorecendo sua passagem de ouvintes a leitores, autores e participantes ativos de uma comunidade leitora. As atividades foram concebidas para serem adaptadas às diferentes realidades escolares e desenvolvidas de acordo com o ritmo, os interesses e as necessidades de cada turma. A avaliação é compreendida como processo contínuo, considerando a participação, o envolvimento, as produções e as formas de interpretação dos estudantes. O material contribui para o fortalecimento das práticas de letramento literário ao articular fruição, mediação docente, interação, criação e expressão, reconhecendo a leitura como experiência social, estética e formativa.
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Despertando o encanto pela leitura: estratégias de ensino para o letramento literário no 4º ano do ensino fundamental
(2026) Feitoza, Tatiana Homem; Amparo, Flávia Vieira da Silva do
O letramento literário constitui um processo que ultrapassa a decodificação dos signos linguísticos, envolvendo interpretação, construção de sentidos e apropriação estética dos textos literários. Nesse contexto, ele desempenha papel fundamental na formação de leitores críticos e sensíveis, ao articular dimensões cognitivas, culturais e sociais. Entretanto, diante da crescente inserção das crianças no universo das tecnologias digitais e de outras formas de entretenimento, observa-se um distanciamento em relação às práticas de leitura literária no ambiente escolar. Assim, esta pesquisa teve como objetivo investigar e desenvolver práticas pedagógicas que favoreçam o interesse pela leitura literária e contribuam para a formação de leitores no 4º ano do Ensino Fundamental. A investigação fundamenta-se em uma abordagem qualitativa de cunho interpretativo, caracterizando-se como pesquisa aplicada. Os dados foram produzidos por meio de observação participante, registros em diário de campo e levantamento diagnóstico com docentes e discentes de uma escola da rede pública municipal do Rio de Janeiro. Para a análise, adotou-se a Análise de Conteúdo, conforme Bardin (2011), organizada em etapas de pré-análise, exploração do material e interpretação dos resultados. A partir da análise dos dados, foram identificadas categorias temáticas relacionadas ao engajamento discente, à leitura como prática social, à multimodalidade das experiências literárias, à autoria e à mediação docente. Os resultados evidenciam que práticas pedagógicas baseadas no diálogo, na ludicidade, na participação ativa dos estudantes e na articulação entre diferentes linguagens favorecem o envolvimento com a leitura literária e ampliam as possibilidades de construção de sentidos. Como desdobramento da pesquisa, foi elaborado e validado um Produto Educacional em formato de e-book, intitulado Vozes literárias: o protagonismo do aluno nas aulas de leitura, constituído como um Caderno de Projetos Literários. O material reúne propostas pedagógicas organizadas em eixos, voltadas à promoção do letramento literário de forma contextualizada, participativa e aplicável ao cotidiano escolar. Conclui-se que a promoção do letramento literário nos anos iniciais requer mediação docente intencional, práticas significativas e reconhecimento das experiências dos alunos, sendo o Produto Educacional uma contribuição relevante para o fortalecimento da leitura literária na Educação Básica.
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Uma proposta pedagógica com o uso da cartografia afetiva no ensino da geografia na educação básica
(2025) Fernandes, Ana Carolina Nardy de Almeida; Ferreira, Stella Mendes
Diante da inquietação enquanto professora do ensino fundamental II pela forma como a cartografia é abordada nos materiais didáticos de Geografia, o presente artigo tem como objetivo debater o uso da cartografia dentro do ensino de Geografia. Para o alcance deste objetivo, realizou-se a análise de 3 materiais didáticos utilizados por 2 instituições particulares e uma da rede pública do município do Rio de Janeiro, com o intuito de avaliar como a cartografia é abordada e utilizada no ensino da Geografia. E como solução da inquietude, é apresentada uma proposta de atividade pedagógica para os alunos do 6º ano do ensino fundamental II, utilizando a cartografia afetiva e relacionando-a ao conceito de lugar, construída met Esta proposta tem como meta contribuir para um processo de ensino-aprendizagem que leva os alunos a compreenderem melhor a si mesmos, o mundo em que vivem e que os permitam interferir no exercício da cidadania com uma atuação mais consciente em que prevalesça o protagonismo do aluno e a espacialização dos seus sentimentos pela cidade. A metodologia utilizada foi através de levantamentos bibliográficos, revisão de material didático e a construção de uma atividade pedagógica.
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Inteligência artificial no ensino de geografia urbana: aplicando IA para pensar desafios urbanos e intervenções sustentáveis em cidades latinoamericanas
(2025) Oliveira, Hugo Pereira de; Castro, Demian Garcia
Este projeto de intervenção pedagógica para o ensino fundamental II visa abordar desafios urbanos e soluções sustentáveis para cidades latino-americanas, utilizando a inteligência artificial como ferramenta para estimular o pensamento crítico e a criatividade dos alunos. Essa proposta responde à urgência de um ensino de Geografia que não se limite a denúncia dos problemas urbanos, mas que convide os alunos a imaginar, e projetar, outros futuros possíveis para as cidades que habitam. Através de pesquisa, análise de dados e criação de imagens com IA, os alunos poderão identificar problemas urbanos reais, propor intervenções viáveis e visualizar o impacto dessas soluções em representações visuais do futuro urbano. Com isso, o projeto pretende ampliar a compreensão dos alunos sobre a cidade e o ambiente em que se molda, ao mesmo tempo em que os convida a pensar em formas reais de transformar os espaços em que vivem.
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Decolonialidade e formação de professores: uma reflexão baseada na graduação em geografia do Colégio Pedro II
(2025) Batinga, Ana Bruna Braga; Pinheiro, Pedro Bernardes
Este artigo analisa as intersecções entre o campo teórico da Colonialidade e o ensino de Geografia, com foco na experiência do Colégio Pedro II, propondo uma reflexão sobre estruturas de poder, saber e ser e como a geografia pode ser ressignificada para emancipar sujeitos marginalizados. O currículo do curso de Licenciatura em Geografia, iniciado em 2020, é apresentado como exemplo de aplicação desse debate na formação docente, incorporando eixos transversais sobre raça, gênero, natureza e epistemologias insurgentes do Sul Global. Embora a presença explícita de referências decoloniais varie entre disciplinas, o curso promove práticas pedagógicas e escolhas bibliográficas que buscam romper com a tradição de uma geografia eurocêntrica, articulando teoria e prática. A decolonialidade, nesse sentido, não é um adendo, mas um princípio estruturante, orientando a construção de uma educação crítica, emancipatória e transformadora. O trabalho evidencia que esse processo se realiza continuamente, em diálogo com epistemologias insurgentes e práticas comprometidas com a ruptura das hierarquias coloniais, apontando para possibilidades concretas de um mundo mais justo.