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Submissões Recentes

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A mentalidade antártica no cotidiano escolar: contribuições em tempos de emergência climática
(2026) Souza, Ryan Santos de; Marfetan, Tayany Braga
Este Artigo Científico aborda uma lacuna do conhecimento escolar: a temática Antártida em sala de aula. A metodologia adotada neste trabalho é baseada na análise de conteúdo e levantamento bibliográfico, com o objetivo de analisar a temática a partir de três livros didáticos escolhidos, em um recorte das coleções oficialmente aprovadas pelo PNLD no ano de 2024 e de forma aleatória, são eles: 1- Jornadas novos caminhos, Editora Saraiva (8º ano), de Ana Muniz, Ana Lúcia Guerrero e Maíra Fernandes; 2- Teláris essencial, Editora Ática (8º ano) de Anselmo Lázaro Branco, Bruno Prado e Eduardo Campos; e 3- Jovem sapiens, Editora Spicione (8º ano) de Bruna Miggoto Barbieri Estruzani. Tendo como público alvo professores e pensando como podem transmitir este tema aos alunos do 8º ano, este Produto Educacional tem o viés de analisar como o tema é abordado pelos LDs e sua relevância em um contexto de emergência climática, visando estimular o pensamento crítico dos alunos e fortalecer uma Mentalidade Antártica. A formação da Mentalidade Antártica brasileira está relacionada à incorporação da Antártida como um elemento cultural da sociedade, desejando conhecer e preservar, porque sabemos sua importância para o nosso país e para o mundo. O trabalho apresenta uma tabela sintetizada dos conteúdos encontrados nos livros e elenca cinco temas principais, relacionados a Mentalidade Antártica e baseada no Plano Ação Ciência Antártica 2013-2022. A tabela busca analisar se os Livros Didáticos abordam o tema de forma consistente, inconsistente ou se não abordam. De modo geral, os três livros abordam o tema de forma consistente. Embora cada um enfatize elementos diferentes do continente antártico, seus conteúdos se complementam, oferecendo ao professor uma base diversificada para trabalhar a temática. Por fim, serão propostas atividades de divulgação científica sobre a Antártida, (baseada na Habilidade BNCC EF08GE2) e em diversos formatos, podendo ser mini jornal informativo, quadrinhos ou post para rede social desenhado no papel. Com o objetivo de fixar uma mentalidade antártica nos alunos.
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Minha comunidade em 3 minutos: gerando protagonismo nos alunos com produção audiovisual na escola
(Imperial Editora, 2026) Rangel, Marcos da Silva; Santos, Gisele Abreu L. C. dos Santos
Este produto educacional destaca a produção do audiovisual na educação básica, evidenciando as transformações proporcionadas pelos avanços tecnológicos e pela acessibilidade aos dispositivos digitais. A literatura na área de audiovisual e ensino aponta que a combinação de elementos visuais e auditivos na produção de vídeos pelos alunos melhora a compreensão e retenção de informações, promove o pensamento crítico e aumenta o engajamento, gerando protagonismo estudantil. Incentivar os alunos a criarem seus próprios vídeos estimula a autonomia e o protagonismo, permitindo que assumam um papel ativo em seu processo de aprendizagem. O endereçamento estratégico dos vídeos é essencial para alinhar esses recursos aos objetivos pedagógicos e às necessidades dos estudantes e de suas comunidades escolares, promovendo um envolvimento significativo dentro e fora da escola. A abordagem colaborativa envolve toda a comunidade escolar, fortalecendo os vínculos entre alunos, professores e famílias, e promovendo uma educação mais participativa e contextualizada. Este e-book oferece suporte aos professores na utilização de recursos audiovisuais, orientando-os na criação de vídeos nas escolas de educação básica e promovendo um ambiente de aprendizagem mais dinâmico e envolvente.
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Deleuze: arte, filosofia e devir
(2026) Nascimento, Antonio Logelo do; Viegas, Rogier da Silva
O filósofo francês Gilles Deleuze (1925-1995) compreende a filosofia e a arte como modos distintos de criação do pensamento. Para o autor, pensar se identifica ao ato de criar, de modo que diferentes práticas intelectuais e disciplinas produzem formas próprias de pensamento. Nesse sentido, enquanto a filosofia se ocupa da criação de conceitos, a arte cria perceptos e afectos, constituindo formas singulares de expressão da atividade criadora. A partir dessa perspectiva, este trabalho tem como objetivo analisar a relação entre arte e filosofia no pensamento em Deleuze, investigando de que maneira essas duas esferas, embora distintas em seus procedimentos, se encontram e se articulam no processo de criação. A pesquisa baseia-se na análise de algumas obras centrais do autor sobre o tema, como “Proust e os signos” (1964), “Diferença e repetição” (1968), “Kafka: por uma literatura menor” (1975), “Mil platôs” (1980), “Conversações” (1990) e “O que é a filosofia?” (1991), além dos textos: “Um manifesto de menos” (1978) e “O esgotado” (1992). Nessas obras, Deleuze compreende a literatura, o teatro e a música como atividades criadoras do pensamento. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa bibliográfica de caráter teórico-conceitual, voltada à análise de como diferentes manifestações artísticas participam da produção do pensamento no interior da filosofia deleuziana. Desse modo, o trabalho busca mostrar que, no pensamento em Deleuze, arte e filosofia não se subordinam uma à outra. Ao contrário, constituem campos autônomos que se conectam por meio do ato de criação, revelando o caráter inovador do pensamento em suas múltiplas formas de expressão.
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O conceito de justiça como direito natural na República de Platão
(2026) Magalhães, Rafael Novaes de; Prado, Germano Nogueira
A atual investigação traz em seu cerne uma análise sobre a existência e operação da justiça como direito natural dentro da obra A República de Platão, especificamente os livros II ao IV. O estudo procura demonstrar que mesmo em períodos anteriores ao dos contratualistas do século XVII, já estavam presentes nas discussões de Sócrates, Glauco e Adimanto , debates que já tinham a presença de temas centrais para o entendimento de direito natural. Como o que seria justiça e injustiça (em seus efeitos tanto no indivíduo como na pólis), organização da cidade e no que ela é estruturada. Para atingir tais objetivos, realizou-se uma pesquisa de caráter qualitativo, tendo intermediações preliminares do estudo de algumas palavras chaves vindas da tradução especificada no texto em grego clássico presente na plataforma Perseus , visando ao esforço autoral de reconstituir o possível do contexto que fora produzido a obra A República. Constatou-se que a justiça é um princípio estruturante e que move a cidade "reta e boa", pois é governada por indivíduos de boa alma, que têm boa educação e exercem os seus ofícios sem infringirem a diakonia alheia. Essa construção teórica pode ser considerada a dikaiosynê em uma perspectiva mais ampliada, para quaisquer tipos de comunidades. Ao finalizar o estudo, pode-se observar que mesmo a justiça sendo considerada um direito comum , para leituras estritamente modernas seria incomum colocá-la como tal. Porém as influências deste texto na civilização ocidental, confirma como direta ou indiretamente houve sobre as bases do que é dito nos diálogos desta obra, funcionou como pressuposto em certa forma para as sistematizações sócio-institucionais que na posteridade seriam firmadas pelas teorias jusnaturalistas.
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A mediação da presença: a produção de presença a luz da Eucaristia
(2025) Lopes, Pedro Lucas Almeida da Silva de Freitas; Costa, Fábio Antônio da
O presente trabalho faz uma reflexão sobre o conceito de presença. Gumbrecht, em seu livro Produção de Presença entende a presença como algo que não é mediado e ele coloca, como exemplo central, o paradigma eucarístico. Apoiando-se em diversos dados históricos sobre a doutrina eucarística, porém, fica claro que a presença precisa ser mediada por diversos fatores. Levando em conta a aprovação da Liturgia Caldeia de Addai e Mari, na qual não há as Palavras da Instituição, esta obra repensa o conceito de presença, apontando que não apenas ele é mediado, como também suas mediações a partir do documento Diretrizes para a admissão à Eucaristia entre a Igreja Caldeia e a Igreja Assíria do Oriente, no qual há aprovação da Liturgia Caldeia de Addai e Mari e sua justificativa.