Slide 1 of 9 

Slide 2 of 9 

Slide 3 of 9 

Slide 4 of 9 

Slide 5 of 9 

Slide 6 of 9 

Slide 7 of 9 

Slide 8 of 9 

Slide 9 of 9 

Submissões Recentes
Entre singularidades e práticas pedagógicas: a elaboração de atividades lúdicas para estudantes com TEA no ensino de francês como língua adicional
(2026) Vidal, Monique Rocha; Castro, Juliana Rodrigues de
O presente trabalho discute a inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ensino de francês como língua adicional na educação básica. Diante do aumento das matrículas de alunos autistas em escolas regulares e da restrita produção acadêmica voltada ao ensino de línguas para esse público, a pesquisa objetiva refletir sobre a elaboração de atividades pedagógicas acessíveis que favoreçam a participação e a aprendizagem desses estudantes. Metodologicamente, a investigação caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa de caráter bibliográfico, fundamentada em bases teóricas sobre educação inclusiva, neurodesenvolvimento e ludicidade. A partir dessa fundamentação e de reflexões pedagógicas desenvolvidas em curso de especialização em Ensino de Francês do Colégio Pedro II, elaborou-se uma proposta de atividade didática para um perfil específico de estudante com TEA, considerando suas singularidades e o aproveitamento de interesses específicos, conhecidos como hiperfocos. A proposta foi estruturada para garantir a previsibilidade das tarefas, a clareza das instruções e o engajamento no uso da língua. Ressalta-se que o trabalho não apresenta resultados experimentais confirmados, uma vez que não houve a testagem prática da atividade em ambiente escolar. Contudo, conclui-se que o planejamento de propostas lúdicas e estruturadas constitui elemento fundamental para a promoção de práticas inclusivas. O valor do estudo reside na articulação entre teoria e reflexão docente, oferecendo caminhos para a personalização do ensino de francês.
A primeira escola pública de teatro: linha do tempo
(2026) Nogueira, Cecília Vaz; Almeida, Adjovanes Thadeu Silva de
Linha do tempo: sequência temporal linear com a história da Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena (ETETMP) desde a sua criação em 1908 até 2023, com as seguintes informações: locais de funcionamento, direção, eventuais suspensões nas aulas, mudanças no nome da escola e na estrutura da mesma e instituição à qual estava vinculada.
Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena: uma trajetória centenária de resistência e pioneirismo na educação profissional de atores e atrizes
(2026) Nogueira, Cecília Vaz; Almeida, Adjovanes Thadeu Silva de
A Escola Técnica de Teatro Martins Penna tem papel fundamental na formação técnica e profissional do ator de teatro no Brasil, sendo responsável pela certificação de milhares de profissionais, e é a primeira escola pública de Teatro do Brasil. O presente estudo pretende resgatar e analisar a memória dessa instituição de ensino na tentativa de traçar um panorama histórico desse espaço educativo pioneiro, com foco no período de 1910 até 1950 dialogando com a história atual da escola, no intuito de compreender quais foram os fatores e atores ao longo de 118 anos que possibilitaram a continuidade deste trabalho educativo na área de formação de atores, apesar das diversas crises que atravessaram e atravessam a escola. A relevância desta investigação está no fortalecimento da escola através da divulgação da sua história, assim como no reconhecimento da importância da mesma junto a comunidade científica desse campo do conhecimento. O presente trabalho foi realizado no âmbito do ProfEPT, inserindo-se na Linha de Pesquisa Organização e Memórias de Espaços Pedagógicos na Educação Profissional e Tecnológica, mais especificamente no Macroprojeto 4 (História e Memórias no contexto da Educação Profissional e Tecnológica), através de pesquisa exploratória bibliográfica e análise documental com abordagem qualitativa, prioritariamente no Centro de Memórias Luíza Barreto Leite e no acervo da Hemeroteca Digital Brasileira. A partir dos dados analisados foi possível organizar como Produto Educacional uma linha do tempo com a história da ETETMP de 1908 até 2023, gerando material de consulta para outros pesquisadores e propagando a memória da instituição.
Coletivo como aquilombamento: a trajetória do Coletivo Negro e Indígena Carolina Maria de Jesus na luta por ações afirmativas na graduação do Colégio Pedro II
(2025) Silva, Alaiane de Fátima dos Santos; Alves, Paulo Roberto Torres
Reconhecido por seu grau de excelência em diversas modalidades de ensino, o Colégio Pedro II ao longo de sua história foi representante de uma perspectiva de educação tradicional que difunde e valoriza uma proposta hegemônica, sendo modelo para a educação no Brasil. Esse modelo muitas vezes foi construído a partir da persistência dos valores eurocêntricos e coloniais presentes tanto nos currículos quanto nas práticas pedagógicas. Internamente, por sua vez, o projeto de educação da instituição sempre foi disputado por diversos atores sociais. Nesse contexto, surge em 2021 o Coletivo Negro e Indígena Carolina Maria de Jesus (CNICMJ), formado por estudantes das recém-criadas licenciaturas dessa instituição, que tem se destacado como um local social fértil para elaboração e proposição de práticas e metodologias educativas antirracistas, não-hegemônicas e decoloniais, bem como de afeto e pertencimento, e que atua na disputa pelos rumos da educação na instituição. Este trabalho tem como objetivo analisar como a trajetória do Coletivo Negro e Indígena Carolina Maria de Jesus contribuiu com as práticas pedagógicas na graduação do Colégio Pedro II, destacando sua atuação institucional nas lutas por políticas de permanência para estudantes, na participação de bancas de heteroidentifi cação, na construção de práticas pedagógicas, como os Circuitos Decoloniais e na ressignifi cação dos espaços da instituição, através do projeto “Decoloniza CP2 Realengo – (Re)Conhecendo Referenciais Negros e Indígenas, tecendo a educação como prática de liberdade”. Além disso, busca compreender seu papel na própria formação de estudantes. Nossa hipótese é de que a atuação dos estudantes no Coletivo proporcionou maior consciência do caráter interseccional da opressão racial, da crítica à colonialidade do saber (cf. Quijano, 2005) e do epistemicídio de referências de fora do eixo Europa e Estados Unidos da América no debate sobre sociedade, contribuindo para a valorização da cosmopercepção de pessoas negras e indígenas. Para isto, utilizo a metodologia pesquisa-ação-participante de Fals Borda (2006) na realização de pesquisa qualitativa por meio de análise documental de atas, fotografi as, documentos de formação do Coletivo e de observação participante de reuniões e atividades. Como cofundadora e membra do CNICMJ tenho a oportunidade de escrever sobre o coletivo que faço parte num processo de escrita e de autorrefl exão constante sobre minha memória e a memória do grupo.
Escala de percepção discente dos cursos técnicos integrados do IFFluminense Campus Maricá - EPDCTI
(Imperial Editora, 2026) Freitas, Vaniza Oliveira; Bevilacqua, Gabriela Dias
A Escala de Percepção Discente dos Cursos Técnicos Integrados do IFFluminense Campus Maricá – EPDCTI - foi desenvolvida com o objetivo de analisar a percepção dos estudantes acerca da qualidade dos cursos. Trata-se de um instrumento estruturado, capaz de gerar dados concisos e organizados, contribuindo para a compreensão das experiências discentes e oferecendo subsídios importantes para a tomada de decisão por parte da gestão institucional. Do ponto de vista metodológico, a escala foi elaborada a partir de etapas consideradas fundamentais na construção de instrumentos de pesquisa, assegurando maior rigor, validade e confiabilidade aos resultados obtidos. Além disso, o instrumento é acompanhado por um guia simplificado de construção e validação de instrumentos de avaliação de cursos, elaborado com a finalidade de explicitar o percurso metodológico adotado e favorecer a compreensão desse processo por outros pesquisadores e profissionais da área. Assim, a escala se configura não apenas como uma ferramenta de coleta de dados, mas também como um recurso formativo, contribuindo tanto para a produção de conhecimento, quando para o processo de reflexão sobre a estrutura dos cursos e o impacto destes na formação dos estudantes, bem como para o aprimoramento das práticas educacionais no contexto dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio.

