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Submissões Recentes

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Uma proposta pedagógica com o uso da cartografia afetiva no ensino da geografia na educação básica
(2025) Fernandes, Ana Carolina Nardy de Almeida; Ferreira, Stella Mendes
Diante da inquietação enquanto professora do ensino fundamental II pela forma como a cartografia é abordada nos materiais didáticos de Geografia, o presente artigo tem como objetivo debater o uso da cartografia dentro do ensino de Geografia. Para o alcance deste objetivo, realizou-se a análise de 3 materiais didáticos utilizados por 2 instituições particulares e uma da rede pública do município do Rio de Janeiro, com o intuito de avaliar como a cartografia é abordada e utilizada no ensino da Geografia. E como solução da inquietude, é apresentada uma proposta de atividade pedagógica para os alunos do 6º ano do ensino fundamental II, utilizando a cartografia afetiva e relacionando-a ao conceito de lugar, construída met Esta proposta tem como meta contribuir para um processo de ensino-aprendizagem que leva os alunos a compreenderem melhor a si mesmos, o mundo em que vivem e que os permitam interferir no exercício da cidadania com uma atuação mais consciente em que prevalesça o protagonismo do aluno e a espacialização dos seus sentimentos pela cidade. A metodologia utilizada foi através de levantamentos bibliográficos, revisão de material didático e a construção de uma atividade pedagógica.
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Inteligência artificial no ensino de geografia urbana: aplicando IA para pensar desafios urbanos e intervenções sustentáveis em cidades latinoamericanas
(2025) Oliveira, Hugo Pereira de; Castro, Demian Garcia
Este projeto de intervenção pedagógica para o ensino fundamental II visa abordar desafios urbanos e soluções sustentáveis para cidades latino-americanas, utilizando a inteligência artificial como ferramenta para estimular o pensamento crítico e a criatividade dos alunos. Essa proposta responde à urgência de um ensino de Geografia que não se limite a denúncia dos problemas urbanos, mas que convide os alunos a imaginar, e projetar, outros futuros possíveis para as cidades que habitam. Através de pesquisa, análise de dados e criação de imagens com IA, os alunos poderão identificar problemas urbanos reais, propor intervenções viáveis e visualizar o impacto dessas soluções em representações visuais do futuro urbano. Com isso, o projeto pretende ampliar a compreensão dos alunos sobre a cidade e o ambiente em que se molda, ao mesmo tempo em que os convida a pensar em formas reais de transformar os espaços em que vivem.
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Decolonialidade e formação de professores: uma reflexão baseada na graduação em geografia do Colégio Pedro II
(2025) Batinga, Ana Bruna Braga; Pinheiro, Pedro Bernardes
Este artigo analisa as intersecções entre o campo teórico da Colonialidade e o ensino de Geografia, com foco na experiência do Colégio Pedro II, propondo uma reflexão sobre estruturas de poder, saber e ser e como a geografia pode ser ressignificada para emancipar sujeitos marginalizados. O currículo do curso de Licenciatura em Geografia, iniciado em 2020, é apresentado como exemplo de aplicação desse debate na formação docente, incorporando eixos transversais sobre raça, gênero, natureza e epistemologias insurgentes do Sul Global. Embora a presença explícita de referências decoloniais varie entre disciplinas, o curso promove práticas pedagógicas e escolhas bibliográficas que buscam romper com a tradição de uma geografia eurocêntrica, articulando teoria e prática. A decolonialidade, nesse sentido, não é um adendo, mas um princípio estruturante, orientando a construção de uma educação crítica, emancipatória e transformadora. O trabalho evidencia que esse processo se realiza continuamente, em diálogo com epistemologias insurgentes e práticas comprometidas com a ruptura das hierarquias coloniais, apontando para possibilidades concretas de um mundo mais justo.
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Onde está a Geodiversidade?: uma análise das abordagens sobre a geografia física em materiais didáticos
(2026) Travassos, Gabriel da Silva; Castro, Demian Garcia
A Geografia possui grande tradição enquanto disciplina escolar, sobretudo no Brasil, e um importante papel na compreensão das dinâmicas do espaço geográfico. Para melhor compreendê-las é essencial considerar os aspectos físico-ambientais das áreas estudadas, pois esses elementos exercem um papel importante na forma em que o espaço geográfico evolui através das interações entre a sociedade e os sistemas naturais. Nesse sentido, este trabalho busca refletir sobre as possibilidades de abordagem dos conteúdos da Geografia Física no Ensino Básico, estabelecendo foco no segmento do Ensino Fundamental II, destacando a potencialidade do conceito de geodiversidade. Para isso, foi feita uma análise da Base Nacional Comum Curricular e de uma coleção de livros didáticos voltadas para o segmento, investigando como esses documentos presentes no cotidiano escolar dialogam com a necessidade da construção de práticas pedagógicas que possibilitem a compreensão de conceitos e processos associados aos conteúdos da Geografia Física, a correlação entre eles e o seu vínculo com a evolução do espaço geográfico. Dessa forma, é possível que os estudantes desenvolvam uma consciência ambiental mais ampla, pautada na compreensão das formas e processos identificadas nas paisagens e como a apropriação dos elementos naturais contribui para a crise ambiental enfrentada na atualidade.
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Utilização de jogos digitais no ensino de química orgânica: uma proposta para identificação de funções orgânicas no Ensino Médio
(2026) Borges, George Matheus Terra; Guedes, Marcos Correa
A Química Orgânica é uma área da Química recorrente no Ensino Médio e em exames como o ENEM e vestibulares. Contudo, muitos estudantes apresentam dificuldades na compreensão de seus conceitos, especialmente na identificação de funções orgânicas em diferentes estruturas. Essas dificuldades podem estar relacionadas ao caráter abstrato do conteúdo e à abordagem tradicional baseada na memorização. Em uma realidade caracterizada pelo amplo acesso e pela presença crescente das tecnologias digitais em diferentes atividades cotidianas, os estudantes mantêm contato cada vez mais frequente com esses recursos, que passam a integrar suas formas de comunicação, interação e acesso à informação. Diante desse cenário, torna-se relevante adotar estratégias pedagógicas mais dinâmicas e eficientes, que dialoguem com essa realidade. Nesse contexto, os jogos digitais educativos apresentam-se como uma alternativa capaz de integrar o conteúdo químico a uma abordagem mais interativa e atrativa. A escolha do 3º ano do Ensino Médio justifica-se por constituir uma etapa de revisão e aprofundamento dos conteúdos, com foco também na preparação para exames. Além disso, os estudantes estão familiarizados com recursos digitais, o que pode favorecer a utilização dessas ferramentas no contexto educacional. Nesse contexto, pretende-se que a aplicação do jogo digital favoreça a identificação das funções orgânicas, contribuindo para a consolidação dos conhecimentos e para o maior envolvimento dos estudantes com o conteúdo.