A contribuição da psicomotricidade como ferramenta de inclusão para crianças autistas na educação física escolar
| dc.contributor.advisor | Ferreira, Cintia Tavares | |
| dc.contributor.author | Scalfone, Roberta Gomes | |
| dc.date.accessioned | 2026-04-28T15:18:46Z | |
| dc.date.issued | 2026 | |
| dc.degree.date | 2026 | |
| dc.degree.grantor | Colégio Pedro II/PROPGPEC | |
| dc.degree.level | Especialização | |
| dc.degree.local | Rio de Janeiro | |
| dc.degree.program | Especialização em Educação Psicomotora | |
| dc.description.abstract | Este trabalho propõe a Psicomotricidade como uma ciência que contribui com o trabalho pedagógico para potencializar a participação e o desenvolvimento integral de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), na perspectiva da educação inclusiva na Educação Física escolar. A temática é justificada pela necessidade de práticas escolares mais humanizadas e sensíveis às diferenças, que dialoguem com a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) (Brasil, 2015) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) (Brasil, 2017). A relevância se mostra na busca por estratégias que promovam acessibilidade atitudinal, apoio pedagógico adequado e valorização das singularidades das crianças com TEA, contribuindo de forma real com a inclusão no contexto escolar. O trabalho tem como objetivo refletir sobre a importância da articulação entre Psicomotricidade e Educação Física nas escolas e as influências das suas práticas para potencializar os corpos das crianças com TEA. A pesquisa segue os procedimentos de Gil (2008) sobre pesquisa bibliográfica e adota a perspectiva qualitativa de Minayo (2001) para compreender os processos vividos no contexto escolar. Os resultados indicam que, ao considerar a Psicomotricidade como uma ciência que estuda o ser humano por meio do corpo em movimento, considerando a relação entre motricidade, afetividade e cognição (Le Boulch, 1987; Wallon, 1975; Piaget, 1971; Vygotsky, 1991 e Levin, 1995), é favorecida a regulação emocional, interação social e participação ativa das crianças com TEA nas aulas de Educação Física. Este estudo ressalta que a inclusão exige uma transformação cultural que supere práticas excludentes e padronizadoras e leva à conclusão de que todos os educadores, especialmente os da área da Educação Física, deveriam ter a Psicomotricidade em sua formação profissional, não somente para compreender as demandas escolares e contribuir com a inclusão, mas também para que se sintam, de fato, preparados para lidar com as diferenças humanas, em particular, com o autismo no contexto escolar. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Este trabajo propone la Psicomotricidad como una ciencia que contribuye al trabajo pedagógico para potenciar la participación y el desarrollo integral de niños con Trastorno del Espectro Autista (TEA), desde la perspectiva de la educación inclusiva en la Educación Física escolar. La temática se justifica por la necesidad de prácticas escolares más humanizadas y sensibles a las diferencias, que dialoguen con la Ley Brasileña de Inclusión (LBI) (Brasil, 2015) y la Base Nacional Común Curricular (BNCC) (Brasil, 2017). La relevancia se evidencia en la búsqueda de estrategias que promuevan la accesibilidad actitudinal, el apoyo pedagógico adecuado y la valorización de las singularidades de los niños con TEA, contribuyendo de manera efectiva a la inclusión en el contexto escolar. El trabajo tiene como objetivo reflexionar sobre la importancia de la articulación entre la Psicomotricidad y la Educación Física en las escuelas, así como sobre la influencia de sus prácticas para potenciar el desarrollo corporal de los niños con TEA. La investigación sigue los procedimientos de Gil (2008) sobre investigación bibliográfica y adopta la perspectiva cualitativa de Minayo (2001) para comprender los procesos vividos en el contexto escolar. Los resultados indican que, al considerar la Psicomotricidad como una ciencia que estudia al ser humano a través del cuerpo en movimiento, teniendo en cuenta la relación entre motricidad, afectividad y cognición (Le Boulch, 1987; Wallon, 1975; Piaget, 1971; Vygotsky, 1991 y Levin, 1995), se favorecen la regulación emocional, la interacción social y la participación activa de los niños con TEA en las clases de Educación Física. Este estudio destaca que la inclusión exige una transformación cultural que supere prácticas excluyentes y estandarizadoras y lleva a la conclusión de que todos los educadores, especialmente los del área de Educación Física, deberían contar con la Psicomotricidad en su formación profesional, no solo para comprender las demandas escolares y contribuir a la inclusión, sino también para que se sientan, de hecho, preparados para abordar las diferencias humanas, en particular el autismo en el contexto escolar. | es |
| dc.identifier.citation | SCALFONE, Roberta Gomes. A contribuição da psicomotricidade como ferramenta de inclusão para crianças autistas na educação física escolar. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Educação Psicomotora) - Colégio Pedro II, Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura, Rio de Janeiro, 2026. | |
| dc.identifier.uri | https://petrus.cp2.g12.br/handle/123456789/4189 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.subject | Educação psicomotora - Estudo e ensino | |
| dc.subject | Psicomotricidade | |
| dc.subject | Educação física | |
| dc.subject | Autismo | |
| dc.subject | Inclusão escolar | |
| dc.title | A contribuição da psicomotricidade como ferramenta de inclusão para crianças autistas na educação física escolar | |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) |

