Cosmofilias poéticas: performances da pesquisa-criação nos emaranhamentos entre o ensino de artes visuais e a educação ambiental
| dc.contributor.advisor | Guimarães, Alexandre | |
| dc.contributor.author | Reis, Amanda Nascimento de Carvalho | |
| dc.date.accessioned | 2026-10-27T19:06:16Z | |
| dc.date.issued | 2026 | |
| dc.degree.date | 2026 | |
| dc.degree.grantor | Colégio Pedro II/PROPGPEC | |
| dc.degree.level | Especialização | |
| dc.degree.local | Rio de Janeiro | |
| dc.degree.program | Especialização em Saberes e Fazeres no Ensino de Artes Visuais | |
| dc.description.abstract | Este Caderno de Professora-Artista-Pesquisadora é vivente em sua performance de ser produção estética, epistêmica de um ensino de artes visuais que produz novos territórios da educação ambiental. A terra, humus, produzida na penumbra da pesquisa-criação por humanos e mais que humanos, minhocas, casas e brotos amalgamando-se no fazer corpo terrestre, enterrado nos férteis territórios onde o ensino de artes é “início-meio-início”. Este Caderno está vivo, é vida e logo será também mais que vida, mais que um, mais que professora. Em diálogo com autoras/es de Abya Yala e com as formas de vida em (de)composição artístico-pedagógica, busco tecer “mundificações” para um ensino de artes visuais que dialogue com dimensões da educação ambiental produzida por “ecologias decoloniais”, confluências e envolvimentos. Como em Tata Ypy, a composteira é o tempo lento de fazer relações de vida do viver-junto no ensino de artes ecológico não hegemônico. O (eco)sistema corpo-composteira, na transformação, produz visualidades que sustentam a queda do céu e fazem sonhar a terra. | pt_BR |
| dc.description.abstract | This Teacher-Artist-Researcher Notebook is vibrant in its performance of being an aesthetic and epistemic production of a visual arts teaching that creates new territories of environmental education. The earth, humus, produced in the twilight of research-creation by human and more-than-human beings—earthworms, houses, and sprouts amalgamating into the terrestrial body-making—is buried in the fertile territories where art teaching is "beginning-middle-beginning." This Notebook is alive, it is life, and soon it will also be more than life, more than one, more than a teacher. In dialogue with authors from Abya Yala and with forms of life in artistic-pedagogical (de)composition, I seek to weave "worldings" for a visual arts teaching that engages with dimensions of environmental education produced by "decolonial ecologies," confluences, and entanglements. As in Tata Ypy, the compost bin represents the slow time of cultivating life relations of living-together within non-hegemonic ecological art education. The body-compost (eco)system, through transformation, produces visualities that hold up the sky and make the earth dream. | en |
| dc.identifier.citation | NASCIMENTO, Amanda. Cosmofilias poéticas: Performances da pesquisa-criação nos emaranhamentos entre o ensino de artes visuais e a educação ambiental. 2026. Memorial de Percurso (Especialização Saberes e Fazeres no Ensino de Artes Visuais) - Colégio Pedro II, Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura, Rio de Janeiro, 2026. | |
| dc.identifier.uri | https://petrus.cp2.g12.br/handle/123456789/4325 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.subject | Artes visuais - Estudo e ensino | |
| dc.subject | Educação ambiental | |
| dc.subject | Arte contemporânea | |
| dc.subject | Natureza | |
| dc.subject | Sustentabilidade | |
| dc.title | Cosmofilias poéticas: performances da pesquisa-criação nos emaranhamentos entre o ensino de artes visuais e a educação ambiental | |
| dc.type | Memorial de Percurso |

