Nietzsche e o espírito livre: das críticas aos pressupostos morais à vida contemplativa

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Colégio Pedro II/PROEN/Diretoria de Graduação

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Este trabalho possui a seguinte proposta: Nietzsche, diferentemente do que diz o senso comum, oferece uma fundamentação de moral propositiva - particularmente em seu período intermediário, de Humano, demasiado humano 1 (1878) até Aurora (1881). Preliminarmente, veremos como Nietzsche critica aos pressupostos morais ocidentais que a chamada “moralidade dos costumes” criou e reforçou, e como seus pressupostos são errôneos; pressupostos como o livre arbítrio, a dualidade metafísica dos valores, a existência de uma verdade absoluta, a possibilidade de ações puramente empáticas e, por fim, a existência de uma consciência externa ao corpo - não influenciado pelo meio em que vive e completamente autoconsciente do agir e do pensar. Então, posteriormente, poderemos analisar como Nietzsche fundamenta sua própria moral, propondo o cultivo de virtudes específicas e um modo de viver particular: o modo da vida contemplativa praticada pelos espíritos livres, espíritos opostos aos ativos e cativos. A análise desta proposição moral analisará detalhadamente os conceitos de: Espírito livre, espírito ativo, Espírito cativo, a vida contemplativa, ócio, consciência intelectual e, finalmente, a convicção. Dessa forma, incorporando as virtudes da humildade e da cautela, defendidas por Nietzsche, poderemos compreender de maneira precisa quais são as críticas e fundamentações feitas pelo pensador, visando expulsar o preconceito recorrente de que Friedrich Nietzsche é apenas um destruidor, e não um construtor.

Descrição

Palavras-chave

Nietzsche, Friedrich Wilhelm, 1844-1900, Ética - História

Citação

GOMES, João Alexandre Moura. Nietzsche e o espírito livre: das críticas aos pressupostos morais à vida contemplativa. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Filosofia). Colégio Pedro II, Pró-Reitoria de Ensino, Diretoria de Graduação, Rio de Janeiro, 2025.

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