Semeando liberdade: proposta de um livro paradidático que cultive habilidades socioemocionais
| dc.contributor.advisor | Leal, Maria da Conceição dos Reis | |
| dc.contributor.author | Baltar, Maní Guimarães | |
| dc.date.accessioned | 2026-01-05T14:08:36Z | |
| dc.date.issued | 2025 | |
| dc.degree.date | 2025 | |
| dc.degree.grantor | Colégio Pedro II/PROPGPEC | |
| dc.degree.level | Especialização | |
| dc.degree.local | Rio de Janeiro | |
| dc.degree.program | Especialização em Ensino de Ciências e Biologia | |
| dc.description.abstract | O presente estudo parte da hipótese de que o contato com a terra, plantas e outros viventes, e o cultivo favorecem aprendizagens significativas e o desenvolvimento afetivo e relacional dos estudantes. Propondo a elaboração de um produto educacional em formato de livro paradidático voltado ao público infantil, integrando princípios da agroecologia, arte e educação afetiva, convidando à reflexão sobre a conexão entre seres humanos e Natureza. Para compreender as possibilidades desta prática, este trabalho toma como referência experiências concretas já sistematizadas em pesquisas e relatos que integram a horta ao currículo escolar. As vivências exploradas como referencial demonstraram que a horta escolar pode favorecer processos educativos que entrelaçam corpo, mente, território e comunidade, revelando o potencial da horta escolar agroecológica como espaço de resistência e de mobilização dos saberes orgânicos na promoção das competências socioemocionais, à luz da educação ambiental crítica. Acredita se que o livro paradidático proposto, é um recurso capaz de inspirar docentes e estudantes na criação de práticas contextualizadas e no fortalecimento dos vínculos entre escola, família e comunidade. As ilustrações do livro foram produzidas com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial, combinadas a técnicas de edição e curadoria humana, o que evidenciou tanto o potencial criativo quanto as limitações éticas e ecológicas dessas tecnologias. Reconhece-se, contudo, que tais práticas possuem limites diante das problemáticas estruturais da sociedade, marcadas por lógicas coloniais e capitalistas que afastam o ser humano da Natureza. Conclui-se que a educação ambiental crítica e o contato com a terra são caminhos possíveis para a construção de subjetividades mais conectadas com o mundo, apontando para a necessidade de uma educação decolonial, sensível e comprometida com a vida. Ferramentas como o livro-paradidático, dentre outras, podem auxiliar os educadores nessa jornada. | pt_BR |
| dc.description.abstract | This study is based on the hypothesis that contact with the earth, plants, and other living beings, and cultivation, foster meaningful learning and the affective and relational development of students. It proposes the creation of an educational product in the form of a supplementary textbook aimed at children, integrating principles of agroecology, art, and affective education, inviting reflection on the connection between human beings and Nature. To understand the possibilities of this practice, this work takes as a reference concrete experiences already systematized in research and reports that integrate the school garden into the school curriculum. The experiences explored as a reference demonstrated that the school garden can favor educational processes that intertwine body, mind, territory, and community, revealing the potential of the agroecological school garden as a space of resistance and mobilization of organic knowledge in the promotion of socio-emotional competencies, in the light of critical environmental education. It is believed that the proposed supplementary textbook is a resource capable of inspiring teachers and students in the creation of contextualized practices and in strengthening the bonds between school, family, and community. The book's illustrations were produced using artificial intelligence tools, combined with human editing and curation techniques, highlighting both the creative potential and the ethical and ecological limitations of these technologies. It is recognized, however, that such practices have limits in the face of the structural problems of society, marked by colonial and capitalist logics that distance humanity from Nature. It is concluded that critical environmental education and contact with the earth are possible paths to the construction of subjectivities more connected to the world, pointing to the need for a decolonial, sensitive education committed to life. Tools such as the supplementary textbook, among others, can assist educators on this journey. | en |
| dc.identifier.citation | BALTAR, Maní Guimarães. Semeando liberdade: proposta de um livro paradidático que cultive habilidades socioemocionais. 2025. Produto Educacional (Especialização em Ensino de Ciências e Biologia) – Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura, Colégio Pedro II, Rio de Janeiro, 2025. | |
| dc.identifier.uri | https://petrus.cp2.g12.br/handle/123456789/4100 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.subject | Ciências - Estudo e ensino | |
| dc.subject | Horta escolar | |
| dc.subject | Competências essenciais | |
| dc.subject | Livros paradidáticos | |
| dc.subject | Agroecologia | |
| dc.subject | Educação decolonial | |
| dc.title | Semeando liberdade: proposta de um livro paradidático que cultive habilidades socioemocionais | |
| dc.type | Produto Educacional |

