Redescobrindo o complexo escravagista do Valongo e o cemitério dos pretos novos: uma aula pública pela pequena África
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Editor
Organizador
Ilustrador
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Nome da universidade/Departamento
Colégio Pedro II/PROPGPEC
Programa de Formação
Especialização em Ensino de História da África
Local
Rio de Janeiro
Título da Revista
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Editor
Resumo
O presente trabalho de conclusão de curso versa sobre as possibilidades para uma educação antirracista no âmbito escolar, apresentando como ferramentas a literatura e a música. Através dela, é possível tocar na sensibilidade dos estudantes e combater práticas racistas e excludentes. Para isso, discute-se o racismo no contexto brasileiro, bem como algumas formas de perpetuação em nossa sociedade, fazendo uso das contribuições de Silvio Almeida (2018), Adilson Moreira (2019) e Sidnei Nogueira (2020). Discute também as interdições ao acesso à escolarização e as reivindicações do Movimento Negro por direitos negados através das reflexões de Nilma Lino Gomes (2017) e Abdias do Nascimento (2016). Por fim, apresenta um plano de aula, envolvendo a música “Menina Pretinha” de Mc Soffia e a literatura infantil através do livro “O Pequeno Príncipe Preto” de Rodrigo França (2020), como possibilidades de potência antirracista.
Descrição
Palavras-chave
História da África - Estudo e ensino, Escravidão
Citação
CARDOSO, Flávio Henrique Louzeiro. Redescobrindo o complexo escravagista do Valongo e o cemitério dos pretos novos: uma aula pública pela pequena África. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Ensino de História da África) – Colégio Pedro II, Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura, Rio de Janeiro, 2020.
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