A inclusão de alunos com mobilidade reduzida em aulas experimentais de química no Colégio Pedro II

dc.contributor.advisorMandarino, Bianca da Rocha
dc.contributor.authorPereira, Leandro da Silva
dc.contributor.coadvisorAlves, Daniela Meyer Fernandes
dc.date.accessioned2025-06-13T15:53:22Z
dc.date.issued2021
dc.degree.date2021
dc.degree.grantorColégio Pedro II/PROPGPEC
dc.degree.levelEspecialização
dc.degree.localRio de Janeiro
dc.degree.programEspecialização em Ensino de Química
dc.description.abstractA história mostra que sempre a sociedade nutre um certo desprezo para lidar com pessoas que fujam dos padrões físicos definidos como “normais” por essa mesma sociedade. Com o passar do tempo, o pensamento excludente vem dando lugar a um olhar mais acolhedor. Isso fez com que essas pessoas passassem a ter voz e direitos que há tanto tempo lhes eram negados. Atualmente, a PCD (Pessoa Com Deficiência), tem o direito de estudar, trabalhar, praticar esportes, participar de eventos culturais e acessar qualquer espaço seja ele público ou privado. No que se refere ao direito a Educação, o Brasil vem implementando uma série de leis voltadas para que a PCD ingresse e conclua a escolarização básica. De certa forma, essas leis vêm aumentando o quantitativo de alunos PCD nas escolas, entretanto, esses números ainda são baixos se comparados com a quantidade de pessoas que declararam possuir alguma deficiência. Além disso há outros fatores que dificultam o processo de escolarização da PCD, o despreparo dos professores em lidar com as necessidades específicas do público PCD e as condições precárias que algumas escolas oferecem para os alunos deficientes. Dessa forma, o percurso metodológico do presente trabalho buscou analisar documentos referentes a um curso de formação de professores de Química do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro campus Duque de Caxias, com vistas a compreender o tipo de formação que o licenciando recebe para trabalhar com alunos com deficiência. Além disso, foram feitas visitas e observação de aulas experimentais de Química em turmas de alunos do Colégio Pedro II, campi Niterói e São Cristóvão III. Tanto os alunos deficientes quanto os professores foram entrevistados e responderam a um questionário. Com o presente estudo foi possível concluir que o processo de inclusão vem ocorrendo e mesmo nas instituições que contam com uma estrutura mais privilegiada de espaços e de verba, podem ocorrer inúmeras situações de exclusão e preconceito, deixando bem claro que ainda há muitas barreiras a serem superadas para que o processo de inclusão ocorra de fato.pt_BR
dc.identifier.citationPEREIRA, Leandro da Silva. A inclusão de alunos com mobilidade reduzida em aulas experimentais de química no Colégio Pedro II. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Ensino de Química) – Colégio Pedro II, Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura, Rio de Janeiro, 2021.
dc.identifier.urihttps://petrus.cp2.g12.br//handle/123456789/3774
dc.language.isopt_BR
dc.subjectQuímica - Estudo e ensino
dc.subjectInclusão escolar
dc.subjectPessoas com deficiência
dc.subjectLaboratórios de química
dc.titleA inclusão de alunos com mobilidade reduzida em aulas experimentais de química no Colégio Pedro II
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso (Especialização)

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